O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi submetido a uma cirurgia de emergência nesta segunda-feira (9/12), no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para a drenagem de um hematoma cerebral. O procedimento foi necessário após Lula apresentar dores de cabeça intensas, resultado de uma queda sofrida em outubro. Segundo o último boletim médico, ele está estável e segue monitorado na UTI.
Entenda o caso
Em outubro, Lula sofreu um acidente doméstico na residência oficial, caindo no banheiro e batendo a região da nuca, o que exigiu cinco pontos. Na época, exames descartaram complicações graves. No entanto, novos sintomas surgiram, levando à identificação de um hematoma intracraniano.
A equipe médica optou pela craniotomia — um procedimento que consiste na remoção temporária de parte do crânio para acessar o cérebro — para drenar o hematoma e aliviar a pressão na região afetada.
O que é uma craniotomia?
A craniotomia é realizada para tratar problemas como:
- Hemorragias ou hematomas intracranianos;
- Malformações vasculares;
- Inchaços causados por traumatismos ou derrames.
É um procedimento delicado, mas essencial para preservar a função cerebral e evitar complicações mais sérias.
Próximos passos
O presidente segue em recuperação na UTI, com monitoramento constante. A equipe médica afirmou que o quadro é estável, mas a recuperação exigirá acompanhamento rigoroso.
Repercussão política e social
O ocorrido levantou preocupações sobre a saúde de Lula, que enfrentará uma agenda intensa em 2024. Líderes políticos de diversas esferas manifestaram apoio e desejos de rápida recuperação.
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